sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

HÁ CRISE ALIMENTAR E OUTRAS

Afirmar que não há crise alimentar em Angola, traduz, em linhas objectivas e curtas, o seguinte:
 
- Quem assim afirma é DEMAGOGO, por um lado, e, como não compra nada ou não transpira para comprar tudo, não conhece Angola, desrespeita o povo e não se importa que o salário mínimo nacional não é capaz de comprar um saco de açúcar, em algumas paragens de Angola, por outro lado.

Em respeito ao povo que delega o poder, o mínimo que se pede, é que haja vergonha de dizer disparates solenemente.

Por não saberem onde vivem, são os mesmos que dizem há divisas em Angola. Entretanto, a pessoa vai a instituição afim, o Banco, para ter o dólar, nunca tem disponível. Porém, pasme - se quem quiser, os Kinguilas sempre têm os dólares. Será que eles fabricam? Se sim, não estão presos porquê? Se não fabricam, onde tiram os dólares? Porquê não controlam quem fornece o dólar aos Kinguilas, por estar a fazer terrorismos financeiro, como controlam quem não concorda com certos posicionamentos e políticas que afectam todos nós?

Senhores e Senhoras, Angola não é só nos vossos condomínios. Essa terra pela qual se bateram os melhores filhos que pariu, tem bairros sem luz, sem estradas, sem água potável, sem saneamento básico... tem províncias, municípios, comunas, aldeias.

Saiam da vossa zona de conforto e juntem - se ao povo, saberão que há heróis anónimos, autênticos artistas que sobrevivem por um milagre de Deus.

Acordem e resolvam o problema do Povo!
A fome não pode esperar. É imperativa!

Essa Demagogia, está a nos matar...

Nas Calmas!

domingo, 14 de fevereiro de 2016

JUGO DESIGUAL



É importante namorar, pois, nesta fase da vida, você tem a oportunidade de conhecer as incompatibilidades que não se remendam, mesmo que o tempo passe, aliás, nós os humanos, a nossa peregrinação pela terra é bastante breve.

Assim, na plena lucidez emocional, você percebe que, o jugo desigual abarca uma série de situações do dia-a-dia que, ainda que seja enorme a sua vontade de discipular a pessoa, com objectivo de traze-la mais próxima da sua crença, você não pode interferir na esfera espiritual do outro ser. Portanto, se essa incompatibilidade te desassocega, tenha coragem e interrompa o namoro.

Por exemplo, você que ama sair às noites rumando para discoteca ou casas similares, namore alguém que tenha, pelo menos, a mesma inclinação. Se você não abre mão do álcool, namore alguém que pode facilmente ter o mesmo gosto. Se gosta cantar, namore alguém que não se cansa de ouvir música. Se gosta de contas, namore alguém que conheça números.

A combinação da "mente" é a chave para um relacionamento menos turbulento.
Hoje, mais do que celebrar o dia consagrado aos namorados, identifique as similitudes que existem entre você e o teu parceiro (a) e reforça isto.

Tenha um namoro de qualidade, se pretende constituir uma família equilibrada.

Bem - haja!

sábado, 27 de dezembro de 2014

Teorias Que Matam!

Todos os conceitos para a ditadura, concebidos no ramo da ciência política e da sociologia, são menos asfixiantes e, perdem qualquer significado prático, perante a ditadura implantada.

Mas, ainda assim, até os exponenciais actores políticos e sociais instruídos, dilam-se em conceitos contrapostos à ditadura, ao invés de contrapor com acções à ditadura implantada.

Teorias X Práticas, separadas por diferenças abismais.

Guerras que matam!

A ditadura capitalista é na generalidade igual, na forma e no material, à guerra civil!

Há diferenças ligeiras, pois, na primeira situação, os humildes estão condenados à morte, sem possibilidades de defesa(a sentença de Pilatos contra Jesus Cristo, é um exemplo esclarecedor para esta ideia); enquanto que na segunda, havendo uma situação dispersão de material bélico, os humildes e abastados (pelo menos àqueles que circulam na zona intermédia de separação das duas classes) têm possibilidades de conhecer a morte.

Se o bem maior é a vida, tanto para uns como para os outros, toda a guerra, a ditadura capitalista e a guerra civil, deveriam ser evitadas, sob qualquer penitência.

Exaltemos a vida!

domingo, 14 de dezembro de 2014

POR UM OLHAR!

POR UM OLHAR!

Abençoada, a véspera de um inesperado luar
Trazia no apaixonado olhar
O embrião do desejar!


Instante mágico…
Meus olhos cruzaram com os seus!

Sem nuvem, uma sequer, começou a gotejar…
Encharcados, no zénite solar
Nossos corações batiam, apenas por um olhar!


Instante mágico…
Fez-se azul nos céus.


Já não era eu!
Desejei por mais olhares
Vi-me na metade que eras Tu!
Desejei por mais eu.


Instante mágico…
Num envergonhado pestanejar, Tu, me completaste na essência.

Apenas, por um olhar!

sábado, 6 de setembro de 2014

Esteja atento(a)! Deixa vir.

Não precisa tratar mal as pessoas que quer ter distante de ti, ou esforçar-se para agradá-las, quando querer tê-las por perto. Basta sermos nós mesmos, vivermos a nossa própria vida, sermos originais!
Quem quer, se adapta, se encaixa se regenera.

Quem não quer, mesmo que pareça compatível, se desincompatibiliza, desencaixa, degenera.

Esteja atento(a)!

Por isso, quando alguém insistir em querer andar contigo, não imponha barreiras, abra as portas e travessas.

Ao longo da caminhada, só estará do teu lado, quem tiver pedalada para a cadência que definiste para a tua vida.

Deixa vir!

terça-feira, 15 de julho de 2014

Meu pensamento Politico-económico.



A autonomia financeira dos particulares, torna o estado mais forte, do ponto de vista de arrecadação de receitas e diversificação do Produto Interno Bruto, porquanto, a capacidade contributiva dos cidadãos é independente e elástica até à aplicação correcta dessas receitas; e do ponto de vista de iniciativas político-sociais, técnicas-empreendedora e profissionais, na medida em que, cidadãos financeiramente autónomos, têm a capacidade de autocritica, aplicam o conhecimento técnico-empreendedor e profissional para trazer soluções para as questões socias e politicas.

Uma vantagem clara é o facto de, particulares financeiramente autónomos serem alternativa no emprego da força de trabalho que o sector público não consegue alcançar. Fruto disso, a sociedade em causa é activa, inclusiva e participativa.


O contrário disso, o estado estará a criar parasitas, que reféns da dependência financeira, não pensam nem agem… não conseguem autocriticar-se, não inovam no verdadeiro sentido da palavra, não criam absolutamente nada. 


Disparatam a demografia, pois, apesar de serem tantos e em idade activa, só trazem encargos!